SÍMBOLOS LETRAS E MISTÉRIOS |
Quinta-feira, Abril 19, 2007
Sadhou Sundar Singh Sundar Singh foi um hindu convertido ao cristianismo tendo exercido a sua atividade apostólica não somente entre as populações não cristãs da Índia, mas por toda a terra. Pareceu-me interessante resumir a vida e o ensino deste apóstolo cristão. Sundar Singh nasceu em 3 de Setembro de 1889, em Rampur, no Estado de Patiala, ao Norte da Índia. De origem Sikh, foi o último filho de Sirdar Sher Singh, homem rico e respeitado, que o criou no luxo e deu-lhe uma sólida instrução. A sua mãe, que morreu quando tinha catorze anos e para quem rendia um verdadeiro culto, indicou os livros sagrados hindus, nomeadamente o Bhagavad-Gita e o Adi-Adi-Granth. Aos dezesseis anos, conhecia os Upanishads e o Corão. Entrou em contacto com o Evangelho através de missionários presbiterianos americanos na escola para onde foi enviado. O ensino que recebeu lá o perturbava e o deixava profundamente hostil; rasgou e queimou uma Bíblia que lhe tinha sido oferecida. Mas a angústia persistia. Uma noite de Dezembro de 1904 resolveu pôr um termo às suas lutas internas e encontrar a paz imediatamente ou a morte. Pôs-se a orar em seu quarto, decidido, se não encontrasse o descanso procurado, colocaria a sua cabeça sobre o carril do trem, onde o expresso de Ludhiana passava às cinco horas da manhã. Às quatro e meia vê uma grande luz e nesta luz a forma de Cristo e escutou uma voz que lhe dizia: "Até quando perseguir-me-á? morri para você, sou o Salvador do mundo". Então compreendeu que Cristo é vivo, pensamento que lhe parecia até então inadmissível, e a paz entrou nele. A sua família não aceitou que quisesse abandonar a religião dos antepassados para abraçar a de Jesus. Para o seu pai, representava a vergonha que recairia sobre todos se persistisse naquela idéia; um tio prometeu-lhe todas as riquezas - que eram de valor considerável - se residisse com eles. Nada conseguiu mudá-lo. Então seu pai o deserdou e o declarou "fora de casta", o que, para um Hindu, era a degradação suprema. A escola cristã foi perseguida e teve que deixar o país, ficando apenas Sundar com um camarada Sikh, que também tinha abraçado a fé em Cristo. Em sinal de ruptura definitiva com a sua raça, cortou sua cabeleira, prática que o Granth proíbe aos Sikhs. Sundar refugiou-se em Ropur com os cristãos que trataram dele. Seu pai fez uma suprema tentativa para retomá-lo; falou-lhe com ternura, evocou a lembrança da sua mãe; mas o jovem homem permaneceu inabalável na sua decisão de servir a Cristo enquanto vivesse. No dia do aniversário dos seus dezesseis anos, em 3 de Setembro de 1905, foi batizado em Simla, no Himalaia. Trinta e três dias após, resolveu viver como santo. Sâdhou leva pigmento cor açafrão, fato consagrado por séculos, e segue, sem lar e sem dinheiro, uma vida de austeridades e privações. A sua experiência de vida, abre-lhe a porta de todas as castas e de todas as classes, onde pôde repetidamente falar de Cristo às grandes senhoras do país. Sobre a terra congelada do Tibete como também sobre o solo tórrido do Ceilão anda descalço e conserva o mesmo vestuário e os mesmos hábitos de pobreza; Leva com ele apenas o seu Novo Testamento em língua urdu. Começou a pregar o Evangelho na sua aldeia natal, seguidamente nas outras cidades da província do Penjab; foi para o Afeganistão, o Béloutchistan e a Caxemira. Mas não estava preparado para esta existência itinerante e sofreu muito com o frio e as privações, sem falar das dolorosas mortificações. Passou por terríveis lutas internas, principalmente a tentação de voltar à casa paterna e viver como um homem de seu nível; mas nunca se deixou desviar do seu apostolado. Em 1906 encontrou um Americano, o Sr. Stokes que, durante um ano, juntou-se a ele e indicou-lhe François de Base, por quem tinha grande veneração, cedo compartilhado pelo Sâdhou. Continuando a ser só, Sundar fez, em 1908, a primeira viagem ao Tibete. Para se aperfeiçoar, fez dois anos de estudos no colégio Saint-Jean em Lahore (1909-1910). Recusou sempre os títulos que lhe atribuíam; quis ser apenas uma testemunha de Cristo. Retornou ao bispo anglicano a licença de pregar que este o tinha concedido, explicando que queria anunciar o Evangelho onde Deus o enviasse. Em 1912 percorreu Bengala. Resolveu então jejuar durante quarenta dias e quarenta noites; retirou-se na selva e passou este tempo a conversar com Cristo. À medida que as suas forças físicas declinavam, o seu espírito encontrava-se vivificado e a sua dependência, no que diz respeito a Deus. Guardas florestais encontraram-no completamente esgotado e transportaram-no à Dehra Dun, seguidamente à Annfield onde foi cuidado. Em 1913 e 1914 percorreu o Sikkim, o Bhutan e o Nepal. Seguiu Sundar pregando no Sul da Índia, no Ceilão, na Birmânia, na China e no Japão. Em 1918 visitou a América e a Europa. Em Outubro de 1919 voltou a Rampur; havia catorze anos que não via seu pai; este se converte e Sundar o batizou. Em 1920, Sundar Singh foi à Inglaterra, onde o diretor do Colégio missionário de Selly Oak disse sobre ele: "Não é tão somente acima das nacionalidades, mas também acima das igrejas". Em Março parou em Paris, seguidamente visitou a Irlanda e a Escócia. Em Londres falou a cerca de 10.000 pessoas; seguiu para os Estados Unidos, Austrália, Palestina onde freqüentemente tivesse desejado retornar. Em 1922 percorreu a Suíça, a Alemanha, e a Suécia. Domingo, Fevereiro 25, 2007
Segunda-feira, Novembro 20, 2006
Pintura a óleo de Antonio Allegri, Correggio (1489-1534) Correggio e o representante principal da Escola de Parma, Italia. A produção do pintor Antonio Allegri, chamado Correggio, corresponde ao estilo com o periodo da arte cinquecentista italiana na época do Manierismo ( El Greco ), primeira metade do s.XVI. Sábado, Novembro 18, 2006
Domingo, Outubro 08, 2006
Querido leitor do blogue:
Peço desculpas pelo meu silêncio nestes três meses e pouco para reflexão e também para analise profundo do beneficio dos meus escritos já que o tema e um pouco complexo. Também devo pensar como arrecadar fundos para continuar com este projeto ( agradeço idéias dos leitores ), de preservação da cultura cristã, historia do cristianismo, historia dos grandes personagens místicos cristãos conhecidos ou anônimos para preservação desta "obra aberta" e rico patrimônio cultural da humanidade, claro que sem esquecer todas as pessoas que trabalharam para o bem, que colaboraram nesta gigantesca tarefa às vezes conscientes e às vezes conduzidas por uma força interior, ou cumprindo simplesmente com a Vontade do Pai, ou bem intencionadas apenas seguindo a Luz e colaborando. Hoje este blogue brasileiro recebe visitas do mundo inteiro com elogios de pessoas destacadas do mundo da literatura e de universidades internacionais. Se torna fundamental uma revisão seria do seu conteúdo e do seu formato inicial tornando este um espaço mais aberto. Peço ao leitor paciência para estas revisões. Estamos trabalhando para melhorar. Projeto aberto aceito sugestôes, doações e colaboradores, entrar em contato com Antonio Carlos Gomes de Castro gomesdecastro@gmail.com Rio de Janeiro Tels. cel. ( 55-21) 91- 22- 57- 11 com. ( 55-21) 25- 22- 18- 41 Segunda-feira, Junho 26, 2006
Templários em Portugal
Brasão de Tomar, distrito de Santarém Ordenação heráldica do brasão e bandeira Armas - Escudo de ouro com uma torre torreada de negro, aberta e iluminada de prata, acompanhada em chefe da cruz dos Templários, e da Cruz de Cristo e a mesma torre assente num monte de verde cortado por um rio ondeado de prata aguado de azul. Coroa mural de prata de cinco torres. Listel branco com a legenda a negro : " TOMAR ".* Ref: Wikipédia - Ordem dos Templários Ref: Sérgio Horta Ref: Wikipédia - Convento de Cristo em Tomar Ref: Wikipédia - Gualdim Pais Ref. Jornal da Cidade de Tomar As Cruzadas, Portal da História Ref: Ordem de Cristo Ministério da Cultura de Portugal GRCI - The Office of International Cultural Relations of Portugal Sexta-feira, Junho 09, 2006
Tirei esta foto no interior da Igreja Maronita com autorização do Padre Antônio que celebrou a missa no rito litúrgico bizantino, achei este vitreaux muito interessante. A Igreja Maronita Nossa Senhora do Líbano fica na rua Conde de Bonfim na Tijuca no Rio de Janeiro, aprox.200 metros da estação de metrô Praça Saens Pena, para quem quiser visitar e perceber detalhes, este vitreaux foi doado pela familia Jabour, muito interessante também são as portas de ferro fundido na entrada com figuras religiosas. Ref: Igreja Maronita do Brasil Domingo, Maio 14, 2006
Terça-feira, Maio 09, 2006
Segunda-feira, Maio 01, 2006
Domingo, Março 26, 2006
Páscoa na Guatemala, tapetes artesanais de serragem coloridos dos indios Mayas guatemaltecos feitos nas ruas durante Semana Santa, visite os sites e conheça esta rica cultura centroamericana, e os festejos cristãos deste povo maravilhoso. Ref: Guatemala en 360 grados Sábado, Março 11, 2006
Última Ceia de Aleijadinho "Em verdade vos digo, um de vós me há de entregar" figuras entalhadas em madeira policromática, Congonhas, Minas Gerais Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho nasceu em Vila Rica, hoje Ouro Preto, Minas Gerais no ano de 1730 filho da escrava Isabel com o mestre-de-obras português Manuel Francisco Lisboa. A obra de Aleijadinho mistura diversos estilos do barroco. Nestas estão presentes características do rococó brasileiro e dos estilos gótico e clássico. Utilizou como material para suas obras de arte, a pedra-sabão e a madeira. Ref: Universidade Federal de Ouro Preto Ref: Guggenheim Museum - Brazil Body and Soul Ref: Wikipédia - Aleijadinho Domingo, Fevereiro 26, 2006
Domingo 19 de fevreiro de 2006 fui convidado para assistir ao rito litúrgico da Igreja Católica Greco-Melquita do Rio de Janeiro na rua República do Líbano 17 no centro ( Downtown ) pelo Presidente do conselho Sr. Milad Moussaouba ( meu amigo a muitos anos, o vemos de terno aplaudindo na foto ), aonde tirei algumas fotografias que edito no meu site. Parabéns ao esforço do padre George Khoury pela reforma da Igreja. Depois do culto tive a honra de ser apresentado a Sua Excelência Arcebispo Dom Fares Maakaroun que celebrou a liturgia bizantina em árabe, grego e português também seguida no Libano, Síria, Egito, Jordânia e Palestina. Também tive o prazer de conhecer ao padre Antônio Bazouni da Igreja Católica Maronita, e algumas outras autoridades da Igreja Católica como também estava representada a Congregação Beneditina, todas pessoas extraordinarias. Parabéns a estas Congregações pelo seu magnifico trabalho abnegado, dedicação e caridade Verdadeira obra de amor. História Bizâncio - Constantinopla - Istambul Fundada no fim do séc. 7 a.C. a atual Istambul ( Turquia ) surgiu como colônia grega, com o nome de Bizâncio, possessâo macedônica e romana no inicio do séc. 2 a.C. Constantino o Grande, Imperador de Roma ( 280 - 337 d.C.) transferiu sua corte para Bizâncio em 330 d.C. sendo denominada Constantinopla. Em 379 subiu ao trono Teodósio o Grande ( 346 - 395 ) . Este dividiu o Império Romano em duas partes, que destinou em legado aos filhos Honório e Arcádio. Ao primeiro coube o Império de Ocidente ( capital Roma ), e ao segundo o Império de Oriente capital Constantinopla, a morte de Teodósio em 395 d.C. marca o inicio do Império Romano de Oriente ou Império Bizantino. O Império Bizantino foi um baluarte da civilização cristã. Suas bibliotecas guardaram as obras dos historiadores, sábios e oradores da êpoca helênica e da romana. No final da dinastia bizantina com o último emperador cristão em Constantinopla: Constantino XI Dragasés em 1453 a transmissão da cultura helênica ao Ocidente foi um dos fatores que provocaram o Humanismo e o Renascentismo. Ref: http://www.melkite.org/ Visite também este site: www.ecclesia.com.br Quinta-feira, Fevereiro 09, 2006
"Anything that can hurt the convictions of someone else, in particular religious convictions, should be avoided. Freedom of expression should be exercised in a spirit of responsability,"
Jacques Chirac, President of France I pray for tolerance in the world Domingo, Janeiro 01, 2006
Sexta-feira, Dezembro 16, 2005
Domingo, Novembro 27, 2005
O LAPIDÁRIO de MARBODE de RENNES, (Marbod, Marbodus ou Merboldus) Teólogo beneditino que nasceu em Angers na França, no ano de 1035 e viveu até 1123. Escreveu o famoso tratado sobre as virtudes e propriedades terapêuticas das pedras preciosas ou gemas " LIBER LAPIDUM ", um importante lapidário hexamétrico em latim, conhecido sob o nome de Lapidibus (ou Liber lapidibus), que possui mais de 125 manuscritos e que foi traduzido em hebreu, francês, dinamarquês, espanhol, inglês, irlandês, italiano... De Lapidibus compreende um prólogo, 60 estrofes consagradas cada uma à uma pedra e um épilogo em o qual Marbode, constatando que o seu livro não se refere unicamente às gemas, propõe o termo Lapidum para designar o seu tratado (Propter quod Lapidum titulo liber iste notatur). Este lapidário é largamente inspirado das obras de Theophrastos e de Dioscoride. O Papa Urbano II (1088 -1099) nomeia-o Bispo de Rennes. Tendo uma vida bastante agitada durante a sua juventude Marbode terá, a partir da sua chegada a Rennes, uma conduta sem censura e conforme com as suas funções. Nomeado administrador da diocese de Angers em 1109, Marbode, se retira aos 88 anos, ao mosteiro Santo Aubin em Angers, onde morre pouco tempo após. Os escritos de Marbode foram publicados pela primeira vez em 1524 em Rennes e reeditados por Beaugendre em Paris no ano de 1708, escreveu sobre a vida de diversos santos e também escreveu hinos e poemas, a mais conhecida das suas obras, o Lapidário (Liber Lapidum), este termo designando os tratados consagrados às propriedades e às virtudes das pedras preciosas. Ropartz em 1873 Biblioteca de Geociências da Universidade de Rennes possui uma cópia de uma tradução do lapidário de Marbode. Com o tempo, o valor atribuído às gemas evoluiu pouco a pouco e, para além das virtudes que se têm sido atribuído muito cedo pelos povos orientais, têm adquiridos, pouco a pouco, um significado simbólico muito forte e foram utilizadas cada vez mais em campos diversos tais como a medicina. É assim por exemplo que, de acordo com o Êxodo, em Hebreus o peitoral do Grande Pontifice comportava doze gemas diferentes representando cada uma as doze tribos de Israel. As virtudes das pedras foram desde muito cedo transmitidas por escrito, mas são os escritos de Marbode de Rennes, deste teólogo francês (1035-1123) que permaneceram mais famosos. Exemplo: * a ágata é boa para a vista; * o jaspe é soberano contra febre; * a safira rejuvenesce o corpo, tranquiliza as almas receosas e alivia as cóleras do céu; * a esmeralda é útil aos advogados e torna a razão insensatos; *o berilo é utilizado contra perturbações do fígado e para evitar rompantes intempestivos; * a ametista evita a ebriedade, enfim uma inúmera quantidade de propriedades catalogadas por Marbode. Fantástico Domingo, Novembro 13, 2005
MONASTERIO de ATHOS na GRECIA a montanha sagrada Foi construído na metade do século 14 pelo monje Dionysious de Koryssos na região de Kastoria na Grécia, com o apoio financeiro do imperador Alexius III Comnenos de Trapezous. Em 1535 o monastério foi destruído pelo fogo. Foi reconstruído e desde então sua arquitetura e edifícios permanecem intactos. É uma estrutura arquitetónica construída em uma rocha, bem acima do nível do mar. Embora o espaço interno seja limitado, há, entretanto, não somente a igreja central, mas também diversas capelas, com muitas pinturas nas suas paredes. Dentro do monastério há também a torre de defesa, construída em 1520 e usada periodicamente para manter a segurança da biblioteca do monastério. O monastério é habitado hoje por uma nova e dinâmica comunidade monástica, que empreendeu a redecoração dos edifícios velhos. Os afrescos que datam de 1546 são o trabalho do pintor Georges, um dos representantes principais da escola de Creta na metade do século XVI. Os afrescos do refeitório tinham sido executados em duas fases separadas: na metade do século XVI e em 1603. O monastério possui uma das coleções mais notáveis de trabalhos da arte cristã (principalmente ícones portáteis)e manuscritos iluminados. Ref: Holy Monastery of Dionysiou (Ministério da Cultura da Grécia) Hellenic Ministry of Culture -misticismo Domingo, Outubro 30, 2005
Anjo acordando o profeta ELIAS Óleo sobre tela de Juan Antonio de Frias e Escalante XVII° siècle (siglo XVII) Gemäldegalerie, Berlin Alemanha Juan Antonio de Frias e Escalante nasceu em Córdoba, em 1633. Em Madrid foi discípulo de Francisco Ricci, desenvolvendo uma importante carreira na capital da Espanha. Seu contato com o Alcázar provocou sua admiração pela Escola Veneziana - Tintoretto e Veronés - e Van Dyck. Escalante será, apesar de sua morte precoce, uma figura importante da escola madrilenha do Barroco Espanhol, como observamos em seu Cristo Muerto do Museu do Prado. Faleceu em Madrid no ano de 1670, antecipando com suas obras o estilo rococó. Domingo, Outubro 16, 2005
Domingo, Outubro 09, 2005
![]() SÍMBOLO CRISTÃO, utilizado nos estandartes romanos na Batalha da Ponte Milvio, por volta do ano 312 DC, entre os imperadores Constantino e Maxentius. "Constantino é suposto ter uma visão quando olhava para o sol que se punha. As le- tras gregas XP ('Chi-Rho', as primeiras duas letras de 'Cristo') entrelaçadas com uma cruz apareceram-lhe enfeitando o sol, jun- tamente com a inscrição 'In Hoc Signo Vinces' Latim para 'Sob este signo vencerás'. Constantino, que era pagão na altura (ape- sar de sua mãe ter sido com grande probabilidade cristã), colocou o símbolo nos escudos dos seus soldados..." Vencida a batalha, "Constantino entrou em Roma, onde foi aclamado como o único Augusto Ocidental. Ele creditou a vitória na ponte Mílvia ao Deus dos Cristãos, e ordenou o fim de todas as perseguições nos seus domínios, um passo que ele já tinha tomado na Bretanha e na Gália em 306. Com o imperador como patrono, o Cristianismo, que já era muito comum no império, explodiu em popularidade. E foi assim que a Europa se tornou cristã." Ref.: organizado por Antonio Carlos Gomes de Castro Domingo, Outubro 09, 2005 Segunda-feira, Outubro 03, 2005
Sábado, Setembro 17, 2005
O Milagre cristão (Abril de 1935) escrito por Emile Besson 1884 - 1975
A divulgação do cristianismo no Império romano é um dos acontecimentos mais extraordinários da História. As viagens missionárias de São Paulo começaram no ano 38 para terminar-se em Roma no ano 64. Conduziram o apóstolo a Síria, a quase toda a Ásia Menor, a Grécia, a Chipre, a Creta, a Malta, por último a Roma. Teve que sofrer pela fé que apresentava ao mundo. A passagem da segunda epístola aos Corintios (XI, 23-33) onde enumera os mártires que sofreram estão todos na sua memória. No entanto, isto era ainda apenas repressão local e sem grande repercussão. Mas o colosso romano não demoraria a escurecer e a mobilizar todas as forças para extirpar a religião nova. É fácil compreender o seu estado de espírito. Dos cultos professados no Império, o único que era praticado universalmente era o dos imperadores, os quais encarnavam, no entender das nações, a potência romana. O culto dos deuses variava necessariamente de uma província a outra; o imperador continuava a ser o mesmo por toda a parte e tinha sobre os outros deuses, a superioridade para vingar-se, sem demora dos seus detratores. Recusar o culto ao imperador, era pôr-se em inimigo do Estado. Ora, os cristãos recusavam adorar o imperador, como recusavam servir os deuses. Levantaram contra eles o tradicionalismo e a razão de Estado. Foram lesados nos seus interesses materiais e morais pelas autoridades sempre apressadas a fazer o seu julgamneto no tribunal do César. Mas, cedo, teve-se recurso contra eles e métodos mais enérgicos. A partir do ano 64, Nero decretou uma perseguição geral que durou quatro anos e que reina sobretudo em Roma e nas províncias da Ásia Menor onde tivesse-se desenrolado o apóstolo São Paulo. Trinta anos depois, lá teve outra, mais curta mas terrível, sob Domiciano (94-96). A história das perseguições é conhecida noutro lugar e não temos a intenção de recordar-o. Queremos esboçar outra história, muito sugestiva, ela também, e que, até estes últimos meses, nunca foi escrita: a da luta intelectual do paganismo contra o cristianismo nascente. No fim de 1934 apareceu uma obra de maior interesse onde o Sr.Labriolle, professor na Sorbonne, mostra que o mundo antigo não combateu a fé nova unicamente pelo ferro e o fogo, mas que gastou contra ela dos recursos do pensamento por muito tempo, quebrando todas às sutilezas da dialética (25) o Sr. de Labriolle cita todos os escritores que combateram o cristianismo durante os seis primeiros séculos, e expõe a sua argumentação. Estes polemistas são numerosos. No entanto, quatro nomes dominam todos os outros: Celso no segundo século, Philostratus e Porfírio no terceiro, o imperador Juliano no quarto. A obra que o filósofo Celso dirigiu contra os cristãos é intitulada Discurso verdadeiro ou Palavra de Verdade. Data de arredores do ano 178. é o primeiro inquérito exaustivo do qual o cristianismo foi objeto, do lado pagão. Conhecemo-lo apenas pela refutação que fez Origenes, setenta anos atrasado. Para Celso, o cristianismo é uma doutrina bárbara, absurda, elaborada por pessoas sem cultura em quem, de resto, recruta o gordo dos seus partidários. Os cristãos aditam de desprezar as leis, os costumes, a ciência; ora,o melhor da sua doutrina encontra-se em Platon, o seu ensino foi plagiado dos filósofos e os mistérios. A ideia de um Deus que encarna-se parece à Celso uma demência. Quanto aos milagres, são ou falsos ou relativos da magia. E nosso polemista surpreende-se que em nome de tais princípios os cristãos atacam a religião nacional, peça essencial do Estado! Aos seus olhos, o mártir não tem utilidade; os que sofrem não são, do resto, mais que apenas malfeitores precisamente punidos. Quinta-feira, Setembro 08, 2005
Sábado, Setembro 03, 2005
QUOD UTILIS DEUS PUTEFIERI SINET , QUOD AUTEM MAJORIS MOMENTI EST,
VULGO ADHUC USQUE AD ''ELIAE ARTISTAE '' ADVENTUM, QUANDO IS VENIT Domingo, Agosto 28, 2005
Segunda-feira, Agosto 22, 2005
David II Teniers La Tentation de saint Antoine (petite version) huile sur panneau 22 cm x 16,4 cm [louvre.edu], photo RMN A Tentação de Santo Antônio de David Teniers Terça-feira, Agosto 16, 2005
Les Bergers d´Arcadie de Nicolas Poussin "Os Pastores da Arcádia" Nicolas Poussin, nasceu em 1594, na Normandia francesa, o pintor viveu quase toda a sua vida em Roma. Recebeu grande influência dos pintores Rafael e Ticiano nas suas obras. Em 1640 regressa a Paris a pedido do Rei e de Richelieu para se ocupar das decorações do Museu do Louvre. Dois anos depois não resistiu a este trabalho diferente da sua vocação como pintor e regressou a Roma que amava. "Os Pastores de Arcádia", retrata uma cena da mitologia grega "Arcádia" no centro do quadro está um túmulo que os pastores apontam com a inscrição "Et in Arcadia Ego". "A lembrança da morte em meio as prosperidades da vida" Terça-feira, Agosto 09, 2005
Helen Keller. A menina que nasceu cega e surda e veio a se tornar na maior conferencista americana, dedicou um livro à profunda influência que recebeu das obras de Swedenborg. No livro, com o sugestivo título de My Religion (traduzido para o espanhol com o título Luz em mi oscuridad) ela conta, de forma muito tocante, como a mensagem dos Escritos teológicos de Swedenborg mudou drasticamente a sua vida, tirando-a de uma outra espécie de treva e trazendo à luz da realidade espiritual. "A saúde é o estado natural do homem. A ignorância, a pobreza, e a cobiça devem desaparecer de modo que a luz possa prevalecer em todos os lugares." Helen Keller Quinta-feira, Julho 28, 2005
Pedaços dos manuscritos do Mar Morto Foram achados em 11 cavernas em Qumran na região da antiga Palestina entre a primavera de 1947 a 1956.>
Dead Sea Scrolls Manuscritos do Mar Morto
Quarta-feira, Julho 20, 2005
Nizier Anthelme PHILIPPE veio ao mundo na França o 25 de Abril de 1849 à 3:00 ao lugar dito "os Rubatiers", aldeola de uma pequena aldeia da Savóia nomeada "Loisieux", perto de Yenne, no limite do departamento de Ain. Este nascimento teve lugar numa casa humilde de camponeses pobres. Durante toda a duração do parto, Marie Philippe que, anteriormente teria recebido a visita do Cura de Ars, cheia de alegria, cantou devagar, não sentia nenhuma dor. O Cura de Ars também tinha-lhe anunciado que um dois seus filhos seria um ser muito elevado. O Sr. e a Sra. PHILIPPE tiveram cinco filhos, Nizier, Benoît, Joséphine, Auguste, Clotilde. O jovem PHILIPPE à idade de 14 anos deixou, pés nus, a sua pequena aldeia para mudar-se a Lyon onde habitou com um dos seus tios, estabelecido nesta cidade. Terça-feira, Julho 12, 2005
O Nascimento e a Morte são dois fenómenos reversíveis e os dois aspectos de um mesmo acto do drama cósmico da alma humana, enviada pelo Pai em viagem de instrução entre os mundos, escolas escuras ou deslumbrando da Sabedoria eterna. Um viajante embarca-se na França para a América, ao mesmo momento em que outro deixa Nova Iorque para vir a Europa, um desaparece da França para aparecer na América, o outro desaparece da América para aparecer sobre as margens francesas. Assim um nascimento sobre a terra dá seguimento à uma morte em algum planeta indiscernible, e uma morte sobre esta terra inaugura um nascimento à uma forma de vida mais perfeita. As religiões ocidentais informam-nos apenas um pouco sobre as existências supraterrestres, se é-se realmente um cristão, aprovará-se este mutismo, porque o cristão que pede compreender antes de crer é um cristão? Jésus confirmou-nos a ternura e a misericórdia do Pai, o que têm por conseguinte necessidade de saber, se nós confiamos inteiramente à ele? E se a nossa confiança exige explicações, não é mais uma confiança, e não somos mais cristãos. Jésus interroga-nos esta confiança. Veio para fazer-nos passar do mundo dos efeitos ao reino da causa primeira, para fazer-nos cruzar o abismo real que separa o finito do infinito, o tempo da eternidade, devemos para aquilo sair dos nossos próprios limites, compreender quanto o saber é precário e os nossos poderes impotentes.Ùnicamente, a fé realiza em nós esta transmutação milagrosa, o único, o verdadeiro cristão, quando não compreende mais, adora , e quando não pode mais agir, pede à seu Pai celestial. Paul Sédir Traduzido do francês por Antonio Carlos English The Birth and Death are two reversible phenomena and the two aspects of the same act of the cosmic drama of the human heart, sent by the Father on a journey of instruction among the worlds, obscure schools or dazzling eternal Wisdom. A traveller embarks in Le Havre for America, at the same moment when another leaves New York to come to Europe, one disappears from France to appear in America, the other disappears from America to appear on the French shores. Thus a birth on the ground follows upon a death in some indistinguishable planet, and a death on this ground inaugurates a birth with a form of more perfect life. The Western religions inform us only very little about the supraterrestrial existences. If one is really a Christian, one will approve this dumbness, because the Christian who asks to understand before believing is a Christian? Jesus assure us the tenderness and the mercy of the Father, what do we thus need to know, if we trust entirely Him? And if our confidence requires explanations, it is not any more one confidence, and we are not any more christians. Jesus asks us for this confidence. He came to make us pass from the world of the effects to the kingdom of the cause first, to make us cross the real abyss which separates finished the infinite one, the time of eternity, we must for that leave our own limits, to understand how much the knowledge is precarious and our impotent capacities. Only, the faith achieves in us this miraculous transmutation, only, the true christian, when it does not understand any more, adores, and when it cannot act any more, request with his celestial Father. Paul Sedir Quinta-feira, Julho 07, 2005
Flor de Lis (Jacobean Lily) Sprekelia formosissima
Terça-feira, Julho 05, 2005
Retrato raro de Leonardo da Vinci em um selo dos correios da República Democrática da Alemanha antiga DDR (Alemanha comunista) English Rare Portrait of Leonardo da Vinci in a stamp from Democratic German Republic old DDR (Comunist Germany) Domingo, Julho 03, 2005
Santo Sudário de Turim Espanhol La "Verdadera" edad del Santo Sudario Un nuevo estudio revela que el Santo Sudario de Turín es mucho más antiguo que lo concluido en las pruebas realizadas con carbono 14 en 1988. La investigación publicada en la revista Thermochimica Acta sugiere que la verdadera edad del manto de lino data entre 1.300 y 3.000 años. El autor contradice el estudio en 1988 cuando un grupo de científicos determinó que el manto fue un engaño de la época medieval. Los cristianos creen que el sudario, en el que se define la imagen de un rostro ensangrentado, fue utilizado para envolver a Jesús después de haber sido bajado de la cruz. Raymond Rogers asegura que a través de su trabajo, basado en pruebas químicas, descubrió que la muestra analizada en 1988 forma parte de un parche de lana con el que se reparó el Santo Sudario durante la época medieval después de haber sido afectado por un incendio. "La muestra que se utilizó en la investigación del carbono posee una composición química completamente diferente a la que encontramos en el núcleo del Santo Sudario", explicó Rogers, un químico retirado del Laboratorio Nacional de Los Alamos en Nuevo México, Estados Unidos. BBC de Londres 27 de janeiro de 2005 Sexta-feira, Julho 01, 2005
Capela da Piedade última das quatro capelas levantadas na Serra de Ouro Preto, no antigo Arraial do Ouro Podre. Na cruz lê-se a data de 1720. Minas Gerais, Brasil Achei esta capela muito interessante. English"Christian Mystics" Chapel of Mercy, last of four chapels raised in Serra do Ouro Preto, in the old Arraial do Ouro Podre. In the Cross you read the date of 1720, Minas Gerais, Brazil I found this chapel very interesting. Sexta-feira, Junho 24, 2005
La Gioconda,La Mona Lisa, a Monalisa de Leonardo da Vinci Arte religiosa cristã. Para o observador detalhista a Gioconda nos passa um sentimento de suave e doce contentamento, eu diria até um sorriso espiritual, que o gênio Leonardo da Vinci tenta nos transmitir nesta sua obra prima e misteriosa. O rico cidadão fiorentino Francesco Bartolomeu del Giocondo encomendou a Leonardo em 1503 o retrato da sua esposa Lisa Gherardini Giocondo. Da Vinci, trabalhou neste retrato até sua morte, passando após a casa real francesa. Atualmente encontra-se no Museu do Louvre em Paris. English "Christian Mystics" To the sharp observer the Mona Lisa's mysterious smile is a kind of a smooth and candy contentment, I would say a kind of a spiritual smile the genious Leonard tried to transmit us in his prime work. The rich merchant from Florence, Francesco del Giocondo ordered Leonard the portrait of his wife Lisa Gherardini Giocondo in 1503, Da Vinci worked on it until his passing away. Currently You appreciate it in the Museum of the Louvre in Paris Segunda-feira, Junho 13, 2005
Sábado, Junho 11, 2005
Quinta-feira, Junho 09, 2005
Segunda-feira, Junho 06, 2005
Sexta-feira, Junho 03, 2005
Os sete jardins místicos
Pensei que seria útil aos leitores deste pequeno manual oferecer-lhes algumas precisões sobre os itinerários do homem à Deus, sobre o itinerário cristão e, durante este, sobre os caminhos mais estreitos do misticismo católico e um discipulado perfeito. O conhecimento exato do espírito evangélico parece-me tanto necessário que gostaria de expôr um após outros todos os sistemas conhecidos da vida interna, os seus matizes, as suas filiações, as suas exatidões, as suas ilusões. Mas haveria volumes em excesso, disporía de todas as bibliotecas, podería compreender exatamente todas as teorias? Poderá dizer a verdade tal qual ela é? Porque, se a Natureza inteira evolui para a perfeição, não é duas criaturas que progridem exatamente ao mesmo passo, que seguem o mesmo caminho. O pensamento oscila sem descansos do concreto ao abstrato, do particular ao geral, do indivídual ao universal e, incessantemente, ela sofre a influência do meio, o atavismo, a herança, a educação, o exemplo, de correntes mais escuras ainda, e os silenciosos chamados da Providência viva sucedem-se na nossa noite. Dado que, após tudo, é sobre a terra que nos é necessário viver e que os nossos movimentos mais sutis nos conduzem sempre à atos, como medir o valor de um sistema, se não por seus frutos? O sentido comum tomado aqui de acordo com o sentido divino e nós, estáo dirigidos para o Evangelho. Estudem a curva deste regresso. Nenhum homem que desce muito, basicamente ele sabe que não há a presença escura de uma Realidade suprema, é, sabe que é. Eis o Absoluto com os seus dois pólos metafísicos, Ser e saber, com os seus dois modos: o Bem e a Verdade, com as suas aplicações: as leis morais e os axiomas intelectuais, com a sua realização sintética: a Beleza, harmonia da Verdade e o Bem. Eis ainda o Absoluto, fora do homem, com os seus dois pólos ontológicos: todas as consciências e todas as inconsciências que individualizam-se pelas espontaneidade e as necessidades, que exprimem-se durante as involuções e as evoluções, que harmonizam-se e resolvendo as suas discrepâncias pelos mistérios conjugados de uma Providência e um Salvador, onde reencontramos as Pessoas divinas, ou seja os modos que adopta a Realidade suprema para fazer-se aceitar de nós. O conhecimento da Verdade e a arte do Bem reunem-se praticamente na Religião, forma social do terceiro protótipo, a Beleza. Estes três termos, que limitam o conjunto dos fenómenos naturais e os atos humanos e limitam a Natureza inteira, preenchem as ciências, as artes, a política e concentra-se no homem, objeto de todos os esforços, agente de todos os trabalhos, destinado a reunir em si a tripla vida do absoluto, o mundo e a terra, pelo seu trabalho geral que a Providência guia Paul Sedir Quinta-feira, Junho 02, 2005
Quarta-feira, Junho 01, 2005
Homem Vitruviano de Leonardo da Vinci Renascentismo humanista e clássico Inspirado no livro do arquiteto romano Vitruvius Pollio (70 a.C.-?), "De Architetura" que explica a relação entre simetria e perfeição, o desenho mais famoso de Leonardo seria um pentagrama humano, com o corpo de um homem dentro de um círculo simbolizando o equilíbrio entre masculino e feminino. Terça-feira, Maio 31, 2005
Segunda-feira, Maio 30, 2005
Carta dos leitores do meu blog
Caro Antonio Carlos Foi uma surpresa ótima encontrar seu blog sobre misticismo cristão na internet, ele está excelente. As referencias que vc coloca são raras, como Sedir e Marc Haven, infelizmente desconheço no país obras traduzidas desses escritores, e mesmo o próprio Papus sendo muito popular, tem pouquissimos livros traduzidos. Fico contente em encontrar alguém devotado a escola francesa naquilo que ela possuia de mais essencial. Deixo meu mais cordial abraço ao amigo e espero que possamos trocar alguns emails. abraço Emmanuel em.trm@terra.com.br Sábado, Maio 28, 2005
O 3 de Fevereiro de 1926 apagava-se em Paris uma das vozes
mais prestigiosas e mais comovedoras que me foi dada de entender uma voz que verteu no coração de numerosos seres a consolação, a certeza, a paz, a voz de Sedir.Uma voz, dizia o poeta Théophile Briant, que se consagra anos à divulgação do Evangelho e que punha-nos em guarda contra as prostituições multiplicadas da Palavra, a dívida do nosso tempo, dizia Paul Sedir, será pesada, onde a tanta prosa insalubre imprime-se, onde as tantas palavras vazias e nefastas são lançadas desde a parte superior das tribunas.O silêncio, escrevia em 1923, não é a Não fala, é um ato positivo, uma força afirmativa, é um gênio, é um Deus, é um reino escondido, e progride, da mesma maneira que a criatura, entre dois conselheiros, um anjo de Luz e um anjo das Trevas. "Tudo fala no Universo, mas também qualquer escuta" geralmente procura-se saber o que as criaturas dizem, mas os sábios preocupam-se antes de conhecer o que calam. "Se o mundo dos sons contem o alimento intelectual do nosso espírito, o mundo do silêncio é o do mistério, o lugar das reservas ideais, o reino original da Verdade, a Beleza e o Bem." As portas são estreitas e não se encontra-o ate após muito tempo de ter vagueado nos campos da palavra. É necessário ter experimentado a precisão do provérbio persa:"A palavra que reténs é o teu escravo a que escapa é o teu mestre. Quem pode prever as conseqüências de uma palavra? A palavra está entre dois silêncios como o tempo entre duas eternidades, como o espaço entre dois infinitos. Falar, é semear, mas no silêncio celebram-se os mistérios, há os deuses, há as almas. Emile Besson sobre Paul Sedir
O Reino de Deus
As Bem Aventuranças Erguendo os olhos para os seus discípulos, dizia: Bem-aventurados vós, que sois pobres, porque é vosso o reino de Deus. Bem-aventurados vós, que tendes agora fome, porque sereis saciados. Bem-aventurados vós, que chorais agora, porque haveis de rir. Bem-aventurados sereis, quando os homens vos odiarem e quando vos rejeitarem, vos ultrajarem e proscreverem o vosso nome como malvados, por causa do Filho do homem. Alegrai-vos e exultai naquele dia, pois será grande no céu a vossa recompensa; porque desse modo é que faziam seus pais com os profetas. Mas ai de vós, ricos, porque recebestes já a vossa consolação. Ai de vós, que estais agora fartos, porque haveis de ter fome. Ai de vós, que agora rides, porque haveis de gemer e chorar. Ai de vós, quando todos os homens de vós disserem bem; porque desse modo é que faziam seus pais com os falsos profetas. Sexta-feira, Maio 27, 2005
Quinta-feira, Maio 26, 2005
El Cid Campeador Rodrigo Diaz de Vivar nasceu em Vivar,Burgos na Espanha aprox.no ano 1049 Em 8 de março de 1064 ocorre a Batalha de Graus onde Rodrigo Diaz, de Vivar, acompanha o futuro rei Sancho, que vence o rei aragonês Ramiro I. Em 1066 Rodrigo Diaz, de Vivar, é armado cavaleiro pelo rei Sancho. Em agosto de 1067 ocorre a guerra dos três Sanchos (Sancho de Castela contra Sancho de Navarra e o primo Sancho de Aragon). Por volta deste período Rodrigo Diaz, de Vivar, ainda adolescente, vence seu primeiro duelo com um cavaleiro Navarro de nome Jimeno Garcés, e passa a ser chamado de "El Cid Campeador" Quarta-feira, Maio 25, 2005
Terça-feira, Maio 24, 2005
Caminho de Santiago de Compostela Castelo de Ponferrada dos Cavaleiros Templários na Espanha, León O Caminho de Santiago de Compostela é uma via de peregrinaçao cristã, que vai desde a Peninsula Ibérica até Santiago de Compostela, aonde está o túmulo do apóstolo São Tiago, lugar sagrado para os cristãos de todas as épocas. __________________________________________________________________ Segunda-feira, Maio 23, 2005
Christus Antiquus Ordo Mysticusque Prioratus Sionus Defendit
"Cristo defende a Antiga Ordem Mística da Prieuré du Sion" , Monastério ou Priorato de Sião, The Prieure du Notre Dame du Sion, o Priorado de Sião Sábado, Maio 21, 2005
Padre Bérenger Sauniére(1852 - 1917) Mistério do castelo de Rennes-le-Château,Sul da França O 24 de janeiro de 1917 no pequeno cemitério de Rennes-le-Château, umas poucas pessoas observam em silêncio o lento descenso do ataúde de Bérenger Saunière. Quantas delas verdadeiramente conhecem o segredo que se leva consigo este carismático padre? Teremos que esperar os anos 60 para que alguns espíritos perversos? se esforcem colocá-lo à luz, acordando desse modo a curiosidade de numerosos buscadores da verdade. Desde então, o fenômeno não pára de crecer provocando um boom literário, de conteúdo muitas vezes duvidoso, apesar disso, sem que se tenha chegado a uma explicação satisfatória sobre as causas da repentina fortuna de Bérenger Saunière, causas que seguem sendo o insondável mistério deste assunto. Quinta-feira, Maio 19, 2005
Patriarca da Igreja Siríaca Ortodoxa de Antioquia SS Mar Ignatius Zakai I, Iwas, 122º da sucessão petrina Esta foi a segunda comunidade dos primeiros cristãos fundada depois de Jerusalém na Siria HISTÓRIA A Igreja Sirian Ortodoxa Santa Maria estabelecida a Rua Padre Musa Tuma nº 3 na Vila Clementino em São Paulo - SP, é formada pela comunidade Sirian ou Siríaca radicada no Brasil, mais especificamente em São Paulo, oriunda dos países do Oriente Médio entre eles Turquia, Síria, Líbano, Iraque, Palestina e Jordânia. Ligada diretamente à Cátedra Siríaca Ortodoxa de Antioquia, com sede atualmente em Damasco na Síria. A Igreja Sirian Ortodoxa Santa Maria é mantida pela Comunidade Beneficente Sirian Ortodoxa Santa Maria fundada em junho de 1981 e vem continuamente desenvolvendo atividades religiosas culturais e assistenciais. O Patriarca atual é SS Mar Ignatius Zakai I, Iwas, 122º da sucessão petrina. Quarta-feira, Maio 18, 2005
Ícone Copto Os primeiros cristãos: No século V a Palestina era praticamente toda cristã, tendo aderido à fé em Cristo a maioria da população local, como resultado natural da pregação do Evangelho, e sem qualquer tipo de pressão. A maior parte dos cristãos nativos que há na Palestina gloriam-se de serem descendentes dos primeiros cristãos da primeira hora, embora tenham deixado de falar a língua aramaica, que se falava no tempo de Jesus; com as invasões muçulmanas acabaram por ser arabizados, passando falar o árabe, inclusive nos ofícios litúrgicos. Causa uma viva emoção conversar e lidar com estes cristãos, pois se tem a sensação de se estar mais perto de Jesus Cristo e dos seus Apóstolos. Tinham ficado poucos judeus, após a destruição de Jerusalém e do seu templo no ano 70, e sobretudo após o esmagamento total de focos de resistência judaica, pelo imperador romano Adriano, no ano 135. Então Jerusalém foi de novo arrasada e os judeus proibidos de ali entrar sob pena de morte, proibição que não atingia os cristãos. O impedimento só veio a ser levantado pelo primeiro imperador cristão, Constantino, embora com algumas restrições. Foi ainda no século IV, por iniciativa de Santa Helena, mãe de Constantino, que começaram a ser construídos grandes santuários a assinalar os lugares mais importantes da vida de Cristo. No século VII tiveram início as devastações dos cristãos levadas a cabo pelos sucessivos invasores da Palestina: Em 614 os persas semeiam a destruição e a morte. Pouco depois vem a conquista pelos muçulmanos comandados pelo célebre califa Omar, em 636; inicialmente houve tolerância para com os cristãos até que chegou ao poder a dinastia egípcia dos Fatimidas, tendo Al-Hakim ordenado em 1009 a destruição do Santo Sepulcro e a perseguição dos cristãos, mas a situação ainda se agravou mais com a chegada dos turcos Seljúcidas em 1040; estes impedem os cristãos de entrarem em Jerusalém. Foi esta situação de opressão intolerável que, nos fins do século XI, levou os cruzados a lançarem-se à conquista do Lugares Santos; em 15 de Julho de 1099 entram em Jerusalém, tendo criado o Reino Latino de Jerusalém (com Balduíno I). Em 1187 os Cruzados são derrotados por Saladino, tendo acabado por cair o seu último reduto em S. João de Acre no ano de 1291. Com tudo isto, a situação veio a agravar-se para os cristãos autóctones da Palestina. E as coisas pioraram com os mamelucos, vindos do Egipto (1260-1516). Seguiu-se-lhe, com Solimão, o Magnífico, o longo período turco otomano, de 400 anos, uma época de empobrecimento, até que, a partir de 1831 até 1917, a administração foi saneada e se favoreceu a liberdade religiosa e as relações com o Ocidente, tendo aumentado a comunidade judaica com a imigração. Ref.autor Geraldo Morujão - Os Cristãos na Terra Santa. Ref.Bibliografica: Florentino DÍEZ, Guía de Tierra Santa. Historia y Arqueología, Estella, Ed. Verbo Divino, 1993 J. GONZÁLEZ ECHEGaray e Outros, La Biblia y su entorno, Estella, Ed. Verbo Divino, 1993 Rina GEFTMAN, Guetteurs d¿espérance Revista "Palabra", Madrid, passim Terça-feira, Maio 17, 2005
Este sou eu, Antonio Carlos Gomes de Castro o editor deste blog, trabalhando para você no computador Segunda-feira, Maio 16, 2005
Sábado, Maio 14, 2005
Quarta-feira, Maio 11, 2005
A CARIDADE
A iniciação evangélica propõe apenas um só objetivo: o cumprimento da vontade do Pai; e um trabalho: o amor fraternal; e um método: a renúncia e o pedido. Dirige-se apenas ao coração, não emprega nenhum treino, não necessita de nenhum regime. É bastante simples de modo que uma criança compreenda-a e, ás vezes, mais terrível que as austeridades dos sabios orientais (Rishis) seculares. É silenciosa, mas a voz do seu discípulo pode resentir até além das constelações ; é suave, porque de um sorriso o Amigo dá-nos a força para um século de trabalhos; mas, infelizmente, é muito desconhecida, porque os homens correm após o estranho, o raro e a luminosidade. Não importa quais trabalhos únicos a existência pede-nos e desenvolve-nos, mas avançamos sobre a estrada apenas pela caridade. A Caridade é a pátria do discípulo; se ele a abandona, deixa de ser um discípulo. As outras pátrias do homem imortal: a ciência. a arte, o pensamento, os negócios, o trabalho manual, pertencem ao universo do Destino. A caridade, a ela únicamente constitui o universo da Liberdade. Dirigindo-se no Destino, os homens imaginan-se ser livres, e são realmente apenas escravos. Enquanto entram no Amor da oferenda deles mesmos aos seus irmãos e à Deus, então, sob a sua aparência de escravos, vivem felizes na Liberdade. O "meu jugo é suave, anunciou Jesus, e a minha carga é leve". Texto de Paul Sedir sobre A Caridade traduzido do francês por Antonio Carlos Gomes de Castro Sábado, Abril 23, 2005
misticismo cristo
misticismo cristão misticismo crist?o Christian Mystics Christlicher Mystizismus MystikMysticism Mysticism Chrétien Mystiques Crétiens misticismo cristiano христианское mysticism χριστιανικός μυστικισμός
La Charité (1878) A Caridade Charity Adolphe-William Bouguereau (1825 - 1905) Ref.http://www.painterskeys.com/clickbacks/wline.asp Terça-feira, Abril 19, 2005
HABEMVS PAPAM
BENEDICTVM XVI Parabéns Roma, temos Papa Que o Cristo guie os passos do nosso Papa Bento XVI (Cardeal Joseph Ratzinger) para uma maior união entre cristãos, e um bom entendimento com as outras religiões e ideologias, que olhe pelos direitos humanos, Deus abençõe o seu Papado e o Espíritu Santo esteja sempre com ele. Antonio Carlos Gomes de Castro Segunda-feira, Abril 18, 2005
Quarta-feira, Abril 13, 2005
Terça-feira, Março 29, 2005
src="http://hipercontador.gedan.com/cgi-bin/conta.cgi?usuario=anto"> src="http://usuarioson.multisistemas.biz/usuarioson.php?URL=http://www.misticismo.blogger.com.br" type="text/javascript"> Sábado, Março 26, 2005
Domingo, Março 20, 2005
NOTIMEX Roma, Italia, 19 de marzo, 2005 (Notimex) - El Papa Juan Pablo II habría sufrido una nueva crisis respiratoria el pasado miércoles y ante el deterioro de su salud sería inminente un nuevo consistorio para nombrar a varios cardenales, aseguró el vaticanista Orazio Petrosillo. En un artículo publicado en el diario Il Messaggero, Petrosillo afirmó que el pasado miércoles se difundieron versiones sobre una nueva crisis de salud de Karol Wojtyla, quien apenas fue dado de alta el pasado domingo del policlínico Gemelli de Roma. Juan Pablo II permaneció internado en el hospital Gemelli durante 18 días luego de practicarle una traqueotomía. De hecho, el Papa lució muy frágil el jueves durante un enlace televisivo desde su departamento, en el Palacio Apostólico, con jóvenes reunidos en la basílica romana de San Juan de Letrán, en una ceremonia preparatoria para la Jornada Mundial de la Juventud. La presencia del Papa en la Jornada de la Juventud, que tendrá lugar en agosto próximo en la ciudad alemana de Colonia, ha sido confirmada meses atrás, pero en su mensaje del jueves, Wojtyla no hizo ninguna referencia a su participación. De hecho apareció muy frágil y demacrado, al punto de que el Centro Televisivo Vaticano debió cortar abruptamente la transmisión. "En estos momentos muy delicados por la salud del Papa o quizás por ello, se refuerzan esperanzas y expectativas para un consistorio de nuevos cardenales", dijo Petrosillo. Aseguró que aunque el Vaticano no ha confirmado nada, se habla de que durante la próxima Semana Santa se anunciaría el consistorio, que tendría lugar en abril o mayo próximos. "Están en juego unas 20 púrpuras (designaciones cardenalicias), algunas de ellas clamorosas, como la del secretario particular (del Papa), Stanislao Dsiwisz, sea él o no el cardenal 'in pectore' (secreto) nombrado hace dos años", dijo. Recordó que que con los 80 años cumplidos hoy por el cardenal ecuatoriano Antonio González, descienden a 117 los purpurados con derecho a voto (los menores de esa edad) en el cónclave que elegirá al sucesor de Juan Pablo II. Y aunque el límite de cardenales electores es de 120, Petrosillo recordó que ya en otras ocasiones Wojtyla ha superado ese número. Entre los nuevos cardenales estarían Francisco Robles Ortega, arzobispo de Monterrey, México, además de los actuales arzobispos de Bolonia, París, Boston, Manila, Dublín, Asunción, Burdeos, Montevideo, Hong Kong, Calcuta, Hanoi, Barcelona o Toledo. NTX Sexta-feira, Março 18, 2005
Igreja de CASTRO dos padres jesuitas na Ilha de Chiloé, Chile Localiza-se em Castro, na praça da cidade, e é a maior das ilhas de Chiloé. Sua principal festa ocorre a cada 4 de outubro em honra ao Apóstolo Santiago. O edifício foi construído entre 1910 e 1912 depois de o templo anterior fosse reconstruído em várias oportunidades até sua destruição em 1771. O propulsor da obra foi o padre franciscano Angel Subir e o projeto é trabalho do arquiteto italiano Eduardo Provasoli que conjuga estilos neogótico e clássico com a tradição de construção local. Utilizou-se mão de obra local e madeiras como alerce, cipreste, coigue e outras, conhecidas como coloradas, como raulí e olivillo. A fachada, teto e foros exteriores são de ferro galvanizado. Foi declarada Monumento Nacional em 19 de julho de 1979 e Patrimônio da Humanidade em dezembro de 2000. Domingo, Março 13, 2005
Quarta-feira, Março 09, 2005
Segunda-feira, Março 07, 2005
Domingo, Março 06, 2005
Primeiro diário da web brasileira de Misticismo Cristão
autor com direitos autorais registrados 2006 Antonio Carlos Gomes de Castro gomesdecastro@yahoo.com Web log about Christian Mystic Quinta-feira, Março 03, 2005
Giuseppe Balsamo,de Palermo,Sicilia Conde Alessandro de Cagliostro (1743-1795) Místico Cristão ref. www.herodote.net/ histoire01252.htm Chateau de Versailles Domingo, Fevereiro 27, 2005
"Yo no soy de ninguna época ni de ningún lugar. Estoy fuera del tiempo y del espacio. Mi ser espiritual vive su eterna existencia, y si me sumerjo en mi pensamiento rehaciendo el curso de los años, si proyecto mi espíritu hacia un mundo de vivir lejano de aquel que vosotros percibis, devengo el que deseo.
Participando en el Ser Absoluto, regulo mi acción según el medio que me circunde. Mi nombre es el de mi función, y yo lo elijo como elijo mi función. Pero soy libre. Mi país es aquel donde momentaneamente permanecen mis pasos. Yo soy el que es. No tengo más que un padre. Diversas circunstancias de mi vida me han hecho llegar a esta gran y conmovedora verdad, pero los misterios de este origen y las relaciones que me unen a este Padre desconocido son y permanecen en secreto. Aquellos que serán llamados en el futuro a entreverlas como yo, me comprenderán y me aprobarán. En cuanto al lugar, donde el cuerpo mío material se educó en esta tierra, tiene cuarenta años. En cuanto a la familia que elegí para esto, quiero ignorarla. No quiero acordarme del pasado para no aumentar la responsabilidad, ya pesada, de todos aquellos que me han conocido, porque está escrito: "Tú harás caer el cielo". No he nacido de la carne ni de voluntad del hombre. He nacido del espíritu. Mi nombre, que es mío, aquel que elegí para aparecer entre vosotros, es aquel que reclamo, los que me han sido dados en nacimiento o durantre mi juventud, aquellos por los que fuí conocido, son de otro tiempo y lugar. Los he dejado, como habré dejado mañana los vestidos pasados de moda. Pero soy noble y viandante, Yo hablo y vuestras almas atentas reconoceran las antiguas palabras. Una voz que está en vosotros, y que callaba desde hace mucho tiempo, responderá a mi llamada. Yo obro, y la paz viene a vuestros corazones, la salud a vuestros cuerpos y la esperanza y el ánimo a vuestras almas. Todos los hombres son mis hermanos. Todos los paises me son queridos. Yo los recorro siempre, a fin de que el Espíritu pueda descender por una calle y llegar a vuestro lado. No pido al rey, cuyo poder respeto, más que la hospitalidad sobre sus tierras, y cuando esta me ha sido negada, paso realizando en torno a mí el mayor bien posible, pero no hago más que pasar. Soy un noble viandante. Como el viento del sur, como la resplandeciente luz del mediodía que caracteriza el pleno conocimiento de las cosas y la comunicación activa con Dios, así voy hacia el norte, hacia la niebla y el frío, abandonando por todas partes a mi paso alguna porción de mi mismo, desprendiéndome, disminuyendome en toda parada, pero dejandoos un poco de luz, un poco de calor, hasta que haya llegado al término de mi carrera. Entonces la rosa florecerá sobre la cruz." Yo soy Cagliostro. Quarta-feira, Fevereiro 16, 2005
JESUS MIHI OMNIA
A LUZ De natureza incorpórea, com espiritual magia, chegas trazendo alegrias a todo teu redor. De procedência divina, tua imponência domina, todos os cantos do universo, até a mais cruel escuridão. Ês veloz como o pensamento, ès a força do sol, traspassas as turbulências, o vento, és a alma do farol. Trazes calor, és fonte de vida, és sutil, atrevida, tua presencia me seduz. Tua chegada clareia os sendeiros, os caminhos, os terreiros e todos te chaman Luz. Poesia de Alan Gomes de Castro
Arte cristã Ocidental
Enigmas Cristãos
Domenico Fetti (Roman, 1589 - 1623) Le voile de Véronique Samuel H. Kress Collection, U.S.A. Copyright 1999 : National Gallery of Art, Washington D.C. Chemin d´amour vers le Père Terça-feira, Fevereiro 15, 2005
Blog vem do termo inglês Web Log, cujo significado atual é algo como "diário da web".
Existem diferentes tipos de Blogs. Aqueles que contam sobre a vida do autor, diário pessoal, os de humor, os culturais, outros que servem como fonte de informações, etc. Blog é tudo aquilo que usa o sistema Blogging, que se baseia em um site com uma única página, com textos organizados em posts. Crie o seu agora mesmo e descubra, verdadeiramente, o que é essa nova revolução da internet.Web 2005 Sexta-feira, Fevereiro 11, 2005
Quinta-feira, Fevereiro 10, 2005
Misticismo Teórico de Paul Sedir
Quem vos recebe a mim me recebe e quem me recebe recebe aquele que me enviou Mateus10.40 Se você quer refletir bem sobre estas palavras do Nosso Jesus - não, não apenas refletir, mas amá-las de paixão imediatamente saberá o que quero dizer e bem mais ainda. Uma experiência vivida nas horas de solidão. As definições que foram dadas ao misticismo são muito diferentes, porque cada autor posicionou-se sob um ponto de vista diferente. De acordo com a filosofia oficial, é uma espécie de contemplação na qual o ser humano une-se à Deus por um método incomprensível. De acordo com a teologia, é um conhecimento intuitivo realizado no silêncio das operações racionais do entendimento. De acordo com a etimologia, qualquer sistema cujos métodos e resultados são secretos é um misticismo. Neste caso, todos os que pensam ou agem nas regiões extraordinárias da consciência seriam místicos. Estas definições são demasiado, ao vocabulário filosófico da língua francesa falta precisão. Religiosidade, idealismo, espiritualismo, esoterismo, trascendantalismo, ocultismo, magia, hermetismo, psiquismo, teosofía, cábala, gnosis, sufismo, não são expressões sinónimas entre elas, e sobretudo não são termos equivalentes à misticismo. Pode-se considerar como místico qualquer homem que, à alguma religião a que pertença, está unido à Deus único, fazendo abstração de qualquer criatura e consagrando todas as forças ao cumprimento da vontade do Pai. O misticismo não é somente um método de contemplação e êxtase, é também não apenas a fisiologia da alma, é ainda muitas outras coisas. Logo que uma criatura entreg-se-ar, do fundo do coração, nas mãos do Pai, o seu caminho é alterado, os seus trabalhos, que variam de acordo com as suas faculdades e as necessidades da evolução geral, não são conduzidos passo a passo, por agentes espirituais especiais, substituindo os guias comuns cujo cada homem é fornecido de acordo com a sua profissão e as suas aptidões. A via mística conduz diretamente ao plano Divino, o Reino da Misericórdia e o Amor, e o ar que se respira percorrendo-o vem em direta pauta destes mesmos eternos horizontes. À certas almas, unicamente absorvidas pelo Absoluto, a ciência não é suficiente, a religião é demasiado cuidadosa, o esoterismo demasiado complicado. Detectam uma ciência das ciências, uma religião das religiões, uma iniciação cujos restos todos os colégios secretos dão apenas corrompidos. Existe um método de saber pelo qual o conhecimento é instantâneo, uma religião sem ritos pela qual o homem ligar-se-a imediatamente ao Pai, uma iniciação inacessível, mas transmissível gratuitamente, que nós cobre do poder supremo: fazer-se ouvir por Deus. Em algum lugar, neste vasto mundo, realiza-se o Mestre dos Mestres, Não não deixa de cumprir nunca com a confiança de todo aquele que abandona-se entre as Suas mãos augustas. Uma Luz, silenciosa, invisível, mas inextinguible, mas inúmera, oferece-se à quem quer apreender, e iluminar as trevas do seu próprio coração, aqueles abismos, aqueles firmamentos. Esta Luz adorável é o Amor; e o misticismo é a ciência do Amor. É a geometria da alma, se diz. Sim, para pitagóricos, mais para os cristãos é a vida da alma, desenrolando as ondas do seu oculto e muito antigo esplendor, até sobre os seus órgãos mais externos: as nossas faculdades conscientes. Quanto às forças místicas, serão todos os socorros que Deus envia-nos diretamente, imediatamente, expressamente, porque nos-é impossível efetuar este trabalho à sós. O distribuidor único é o que se conheceu como Jésus de Nazareth, os métodos de invocação destas forças são todos indicados no Evangelho e encontrados únicamente lá. (Traducido do original francês por Antonio Carlos Gomes de Castro) Quarta-feira, Fevereiro 09, 2005
Antonio Carlos Gomes de Castro
gomesdecastro@yahoo.com autor do blog 2005 todos os direitos reservados Terça-feira, Fevereiro 08, 2005
Segunda-feira, Fevereiro 07, 2005
Domingo, Fevereiro 06, 2005
Sexta-feira, Fevereiro 04, 2005
O resumo do ensino de Jesus
E Jesus clamou, dizendo: Quem crê em mim crê, não em mim, mas naquele que me enviou. E quem me vê a mim vê aquele que me enviou. João 12.44 Domingo, Janeiro 30, 2005
LIVROS ANTIGOS,escondem grande sabedoria e é sempre bom saber aonde buscá-los.Uma dica www.livres-mystiques.com
60 ANOS DESDE OS CAMPOS DE EXTERMINIO DE AUSCHWITZ
se passaram 60 anos desde os campos de extermínio de Auschwitz aonde morreram 1.500.000 pessoas, nesta horrível história da nossa raça humana, deste genocidio atroz cometido pelas forças do mal e presididas, por estas forças anticristãs, com certeza. Que estejamos atentos a estas manifestaçoes anti-humanas para que não se repita outro Holocausto contra o povo judeu, um povo que foi escolhido por nosso Deus pai como seu, e do povo que nos enviou o seu filho, para ensinar-nos a amar-nos mais uns aos outros, respeitando, nossas diferenças, nossas crenças, sem ódio, nem sentimentos de vingança, declarando! Viva o povo judeu! Sexta-feira, Janeiro 28, 2005
Quinta-feira, Janeiro 27, 2005
Domingo, Janeiro 23, 2005
Vous êtes actuellement sur le site de : livres-mystique.com © 01/05/2003 CONSEILS DE SÉDIR POUR LES «AMITIÉS SPIRITUELLES» ( Seconde Assemblée Générale du 25 Septembre 1921 ) -------------------------------------------------------------------------------- MESDAMES, MESSIEURS, MES AMIS, Ce m'est une joie profonde de vous retrouver ici pour la deuxième fois et je sais par vos lettres, par vos entretiens, que vos sentiments vibrent en plein accord. Les labeurs que vous avez consacrés à notre oeuvre commune donnent déjà des promesses heureuses; avec un courage accru vous continuerez ces tentatives, j'en suis certain, et je veux aujourd'hui, répondant à votre désir général, vous indiquer quelques mesures en vue d'économiser vos forces et de mieux coordonner vos initiatives personnelles. Nous nous sommes constitués en corps pour les objets suivants: Rétablir la notion divine partout où elle est abolie; restituer dans le coeur des croyants la foi active au Père, à notre Père à tous, à son Fils unique, le Verbe Jésus, Sauveur universel; à son Esprit, l'illuminateur; à la Vierge-Mère enfin, la très humble intercédante. Par cette jonction de la Lumière éternelle à la Lumière intérieure, rétablir le sentiment de la fraternité universelle, de la charité, puis de la prière; c'est-à-dire démontrer, puis pratiquer l'essence nécessaire et suffisante de toute religion: le culte en Esprit et en Vérité. A cette double fin, nous essayons de trouver dans chaque peuple, et d'abord parmi les Français, dans chaque province, dans chaque ville, bourg ou village, au moins une âme chrétienne qui accepte notre idéal et se voue à le réaliser. Tous ces idéalismes disséminés, nous leur offrons le contact les uns avec les autres, soit par la Revue, soit par des correspondances, soit par les visites que mes plus anciens Amis, fondateurs de la Société, et moi, nous leur rendons aussi souvent que les circonstances nous le permettent. Quand un membre de la Société est seul dans sa résidence, il doit assumer tout le travail matériel de propagande et d'administration; quand plusieurs membres habitent la même localité, ils élisent l'un d'entr'eux comme administrateur; de la sorte, notre Association vit selon la loi organique naturelle: un centre spirituel envoyant des avis, une gérance matérielle venant de la circonférence, afin que les aspirations évolutives de la créature soient constamment présentées aux inspirations involutives. Cette loi de la vie sociale, que les plus vieilles civilisations observaient, que Jésus a renouvelée, nous tentons de l'appliquer à notre tour dans notre tout petit rayonnement. Ainsi, Mesdames et Messieurs, vous êtes unis tous, que vous vous connaissiez ou non, dans l'amour de ce Père au service duquel vous vous essayez, et, à la mesure de votre dévouement, cet amour, qui est le Fils, vous envoie ses bénédictions; s'il s'en trouve parmi vous dont le courage hésite devant des perspectives extraordinaires, les plus anciens d'entre nous s'offrent à les aider; enfin, chaque groupe, par la voix de son gérant, présente au Comité central ses besoins, ses réclamations, ses initiatives. De la sorte, chacun de vous donne individuellement tout son effort avec la même spontanéité que s'il était seul; en même temps, vous tous, isolés ou groupés, ne formez qu'un seul être, parce que votre Idéal identique, le Christ, vous tient tous dans ses bras, parce que vous mettez en commun par la prière toutes vos aspirations surhumaines et, par l'exercice de la charité la plus large, toutes vos humaines énergies. *** Le travail que vous avez assumé est de la première importance; vous n'en prendrez jamais trop soin; aussi n'êtes-vous jamais seuls; mes vieux camarades et moi nous ne sommes pas vos uniques auxiliaires; d'autres sympathies plus puissantes s'intéressent à vos tentatives et y collaborent. Je ne fais pas ici allusion à l'ingérence d'esprits désincarnés ou de génies occultes; vous ne devez être ni des spirites, ni des occultistes, mais seulement des serviteurs du Christ; Il a dit de laisser les morts et les génies à leurs affaires; vous savez bien que les morts vivent et que l'Invisible est peuplé de multitudes étranges; ne les dérangez pas. Mais voulant servir le Christ et ne voulant que cela, ayant mis de côté vos faiblesses sentimentales et vos curiosités intellectuelles, il est logique que, si des serviteurs visibles du Christ vous aident, des serviteurs invisibles mais parfaits, c'est-à-dire des anges, vous aident encore bien plus. Souvenez-vous-en: il y a un invisible naturel et un invisible surnaturel. Le premier, construit par les fluides physico-chimiques, éthériques, astraux, est peuplé de tous les esprits élémentaires, de tous les fantômes des défunts, de tous les génies, de tous les dieux imaginables; c'est l'âme de ce monde. Le second, c'est le Royaume du Ciel que Jésus emmène partout avec lui et que lui seul habite avec ses anges innocents, avec ses serviteurs parfaits. C'est ce Royaume-là dont vous recevez le secours, la force, l'inspiration, si cependant vous obéissez d'abord à ses lois. Ainsi, ce n'est pas moi qui vous ai appelés, ce n'est pas par moi que vous obtenez l'aide spirituelle; vous n'êtes pas les sectateurs d'un doctrinaire, nous ne sommes pas une mille-et-unième petite chapelle: nous essayons seulement de ranimer le flambeau du Christ là où il vacille. Or, le Christ a placé partout des flambeaux, et partout l'Adversaire essaie de les éteindre. Comme il est vaste, notre travail, mes Amis, comme il est splendide, comme il est enivrant ! Aussi notre oeuvre publique sera-t-elle de l'apostolat plus que de la propagande. L'homme doit toujours s'affirmer par ce qu'il possède de plus haut; quoi de mieux que l'Évangile? Parlez donc du Christ d'abord, de notre oeuvre ensuite et s'il vous reste du temps; vivez en chrétiens d'abord et vous serez les plus éloquents prédicateurs. L'apostolat, la véritable propagande mystique, consiste simplement à vivre de la vie parfaite: renonçant à tout plaisir, se résignant à toute peine, se dévouant à tous, comme a fait Jésus, et demeurant persuadé qu'avec toutes ces fatigues et tous ces sacrifices on reste un serviteur inutile. Lorsqu'on fait cela, il n'est plus besoin de science pour parler de Dieu: un mot, un regard suffisent à bouleverser le coeur le plus sceptique. Il y a aussi la propagande des gens pratiques, des hommes d'affaires, des politiciens: mais que cette méthode est grossière, qu'elle est superficielle et, en somme, inopérante ! Vous pouvez, puisque vous n'êtes ni des matérialistes, ni encore des mystiques parfaits, suivre une méthode mixte pour votre propagande. Parler aux gens, leur donner des brochures, les convoquer à des réunions, recueillir des adresses, fournir des livres aux bibliothèques publiques, en prêter à vos visiteurs: toute cette propagande matérielle, spiritualisez-la en vivifiant chacun de ces gestes par une prière ou par un sacrifice; chaque fois, demandez à Dieu qu'il illumine votre interlocuteur, ou bien privez-vous d'un petit plaisir, imposez-vous une petite corvée à cette intention: vous ferez ainsi descendre une étincelle du Foyer divin sur cette brochure, ce livre, cette conférence ou cet entretien, et si même votre parole est embarrassée ou votre geste prématuré, ils fructifieront à cause de votre humble et fervente foi. Mais, croyez-le bien, la bienfaisance au nom du Christ reste le plus fructueux des apostolats. Si vous avez du superflu, je préfère vous le voir donner vous-mêmes à vos pauvres que de le recevoir pour les besoins matériels de l'oeuvre. Je préfère vous voir auprès des malades qu'à mes conférences. Je préfère vous entendre consoler des chagrins plutôt que discuter des théories. Si notre Association fait la volonté de Dieu, Dieu lui enverra bien de quoi payer le propriétaire et l'imprimeur; si je me souciais des factures avant de me soucier de vous maintenir dans le chemin du Christ, je trahirais la cause au nom de laquelle je vous ai sollicités. *** Vous tous donc qui m'avez offert votre sympathie profonde et le meilleur de vous-mêmes, soit depuis un an, soit depuis cinq, ou quinze, ou vingt ans, que l'insuccès possible, que le succès surtout de nos efforts ne vous cachent jamais la splendeur de notre but, n'altèrent jamais l'indispensable pureté de nos méthodes. Prenez confiance, résistez à tous les doutes, maintenez votre vouloir dans l'éternel: ainsi vous triompherez réellement du temporel. Il est inutile de déclarer en public le détail de vos oeuvres pendant la session qui se termine aujourd'hui; notre mutuelle confiance, de vous à moi, nous suffit, et notre main droite, ainsi, ne saura pas ce qu'a donné notre main gauche. Mais ce que je désire vous voir entreprendre, ce que j'attends encore de la fidélité de votre collaboration: cela, je peux et je dois vous le dire. Il ne s'agit que de simple bon sens et de sincérité. De sincérité, parce que ni vous ni moi ne travaillons pour nous-mêmes; de simplicité, parce que le bon sens est le sens même du Vrai; j'espère ainsi convaincre ceux qui ne me comprennent pas encore complètement, afin qu'à leur tour, ils éclairent ceux qui nous connaissent mal et nous amènent ceux qui ne nous connaissent pas. Notre mouvement est fils de l'amitié; il existe par l'amitié; il se perpétuera par l'amitié. Lors de notre première session, j'ai rendu un hommage trop rapide à la ferveur et à la constance de mes vieux compagnons de travail de qui le dévouement n'a jamais faibli, dont quelques-uns dépensent depuis plus de vingt années toutes leurs forces au service de cette Amitié Spirituelle, et qui n'en attendent rien que la joie du bon ouvrier achevant avec une sereine constance sa longue tâche obscure. Je sais bien que ce n'est pas l'homme, en eux, mais le Christ, par qui cet héroïque labeur est mené à bout; le Christ, avant de descendre en eux, avant de les renouveler, de les dresser, impavides et forts, comme les chevaliers errants de la plus noble des causes, avant de s'établir en eux, le Christ, dis-je, a attendu la libre offrande de leur libre bonne volonté. Pour cet hommage-lige, pour cette fiance, pour cet holocauste où ils furent à la fois prêtres et victimes, mes Amis de la première heure m'apparaissent admirables et jamais je ne leur dédierai une gratitude trop fervente. Ils ont peiné avec joie, s'encourageant, se relayant, s'exhortant; pas à pas, borne après borne, nous avons fait l'étape; une autre s'ouvre maintenant qu'il nous faudra fournir. L'effort sera-t-il moindre, pire, égal? Nous l'ignorons, mais, avec l'aide du Ciel, nous devons nous déclarer prêts. Sans doute, tout ce que nous disons a été dit et bien dit; tout ce que nous faisons a été fait et bien fait, depuis vingt siècles, par les premiers disciples, par les premiers moines de chaque ordre, par plusieurs saints, clercs ou laïques. Mais nos contemporains sont aussi fermés aux choses divines que les rhéteurs d'Athènes ou d'Ephèse, de Rome ou d'Alexandrie: nous avons donc beaucoup d'ouvrage; or, nous avons aussi une grosse facilité: c'est que nous ne sommes pas des professionnels en matière de religion; et ceci n'est pas un paradoxe. Nous ne possédons pas notre affaire comme des docteurs en Sorbonne; nous ne sommes pas habillés de dix-neuf siècles de théologie, de conciles et de liturgies; nous ignorons les formules scolastiques, les tours-de-main psychologiques, les traditions de forme, les manuels commodes où l'on trouve rangés en bel ordre les objections et les arguments de l'apologétique, les évaluations de la casuistique, les énumérations de la symbolique, les décisions, les bulles et les encycliques. Voilà notre faiblesse et notre don-quichottisme, au gré des gens d'Église; pour tous ces prêtres éminents et vénérables, nous ne sommes que des amateurs, de fâcheux et insupportables amateurs, qui piétinent dans les plates-bandes et qui démolissent les règles du jeu. Mais je vois dans le Dictionnaire que, selon l'étymologie, un amateur est celui qui aime; aussitôt notre vice rédhibitoire devient à mon sens notre vertu, je veux dire notre force. Nous aimons ce que nous faisons; nous aimons Jésus, nous aimons son service qui est de servir nos frères, comme nous pouvons, mais tant que nous pouvons. Nous bousculons les règles? Peut-être; nous n'observons pas les coutumes? peut-être. Mais les traditionalistes ne distraient-ils pas une trop forte part de leur intelligence et surtout de leur âme à obéir à ces traditions et à ces méthodes ? Peut-être les observent-ils avec un souci tellement attentif qu'ils n'aperçoivent plus l'essence spirituelle dont elles ne sont destinées qu'à être le manteau ? *** Malgré nos gaucheries, nos excès de zèle, nos ingénuités, restons des amateurs. Plaise au Ciel de nous conserver notre juvénile amateurisme ! Ce n'est pas par la présentation de nos idées que nous voulons convaincre; c'est par la flamme dont elles nous embrasent. Ce n'est pas par l'importunité que nous voulons prendre le public: c'est par la qualité de nos efforts que nous désirons attirer les chercheurs épars. Nous sommes nés d'un groupe amical, nous sommes des amis collaborant à la même oeuvre: nous resterons des amis, ou bien nous disparaîtrons. Pour nous, l'Amitié c'est le culte du même idéal, l'observance de la même discipline, la réalisation des mêmes activités; et parce que notre idéal se nomme le Christ; notre discipline, l'Évangile; nos activités, la bienfaisance et la prière, nous croyons notre Amitié la plus pure, la plus haute, la plus solide. Les agrandissements fructueux de nos groupes ne seront pas des augmentations numériques, mais surtout des multiplications en intensité de notre flamme collective, des engendrements de vouloirs nouveaux, jaillis de vos ferveurs silencieuses et de vos sacrifices inconnus; que la liste de nos membres, de nos comités, de nos publications, de nos tentatives philanthropiques s'allonge: je le veux bien, mais à condition que le zèle de chacun s'exalte d'abord et se hausse jusqu'à l'ardeur invincible qui est l'atmosphère normale des amis de Dieu. Nos correspondants, nos lecteurs, nos auditeurs, paient la satisfaction intellectuelle ou le soulagement qu'ils reçoivent par le prix d'un livre, d'un abonnement, d'une conférence: mais, en plus, très souvent la joie nous est donnée de les voir revenir; très souvent le besoin personnel, cause de leur première visite, se change en intérêt sympathique. Ils se disent que la certitude de leur pensée, l'apaisement de leur coeur, l'obstacle matériel que l'un de nous, parfois, les a aidés à franchir: bien d'autres seraient, comme ils le furent, désireux d'être aussi aidés; ils reviennent donc nous voir; ils s'aperçoivent que, toutes « spirituelles » qu'elles soient, nos Amitiés ont besoin de locaux, d'imprimés, de bibliothèques, de vestiaires, de secrétariats, d'argent pour les miséreux; ils se font inscrire à la Société, et leur cotisation sert à celles de nos dépenses qui dépassent les moyens personnels des membres déjà enrôlés. Ainsi, après avoir été aidés, ces nouveaux collaborateurs aident à leur tour et de la façon la plus pure, puisque les souffrances que nous soulageons avec leur argent leur restent inconnues et que eux-mêmes restent inconnus à leurs obligés: ainsi, Mesdames et Messieurs, vous réalisez à la perfection la maxime évangélique: « Que ta main gauche ignore ce que fait ta main droite. » Voilà comment nous nous accroissons: tout naturellement, tout bonnement, tout simplement. Quand nous nous sommes constitués, nous savions bien que notre projet ressemblait fort à une utopie: l'utopie est devenue réalité. Nous savons bien que notre existence est un paradoxe: à votre tour, croyez à l'avenir de cette utopie, désirez qu'elle grandisse, faites pour cela quelques gestes, prononcez pour cela quelques paroles; afin que nous puissions atteindre des détresses de plus en plus nombreuses. Notre vie tient toute dans l'effort personnel de chacun de vous. Faites cet effort. Si vous n'avez pas d'argent, donnez un peu de temps; si vous n'avez ni temps ni argent, donnez vos voeux, c'est-à-dire vos prières; la moindre privation, le moindre jeûne moral, que vous seul connaîtrez, le Christ les acceptera et les utilisera en multipliant leur vertu. Nous sommes bien peu à côté des dizaines de milliers de membres des grandes Ligues utilitaristes. Mais serions-nous réduits à deux ou trois, nous existerions quand même. avec la même confiance inentamée, avec la même volonté de servir notre Maître. Pour une cinquantaine d'entre nous, la bonne moitié de l'étape est fournie; après, d'autres marcheurs reprendront notre cher flambeau. *** Lorsque vous parlez des Amitiés Spirituelles, soyez attentifs à donner de nous une idée juste et claire, à dissiper les malentendus, innocents ou perfides. En général, on se trompe sur notre compte: on nous prend pour des rêveurs ou pour des malins; c'est que les idéalistes échouent d'ordinaire dans leurs entreprises, c'est que l'on a trop usé de la confiance du public. Nous voulons être des gens pratiques, et nous sommes surtout des gens sincères. Sans doute, les Amitiés Spirituelles obtiennent quelque succès; sans doute nous existons, et le fait que nous sommes encore là est un défi au bon sens pratique des hommes d'affaires; mais que ces symptômes ne vous paraissent pas comme le succès. Quand, à la fin de chaque mois, sur nos registres, Besson et moi, nous comptons les infortunes ou les chagrins que nous avons eu la joie de soulager, c'est à la multitude restante des malheureux que nous pensons, à cette foule dolente que nous n'avons pu atteindre. Sans doute on parle de nous, parfois avec estime, parfois avec dédain. Mais ce n'est pas cela que nous désirons; nous désirons qu'on vienne travailler avec nous et qu'on nous apporte du travail. Vous lisez nos livres, vous nous écoutez: cela ne suffit pas. On ne songe pas toujours à la peine que prennent plusieurs d'entre nous, nos administrateurs de comités ou de permanence, par exemple, pour préparer ces réconforts. Vous le savez, la plupart de ces hommes, quand leur journée professionnelle est finie, repartent pour recommencer une seconde journée de dévouement, et certains font cela depuis des années. Quand vous parlez de nous à des étrangers, souvenez-vous de ces détails, non pas pour les leur redire, mais pour trouver dans votre émotion des paroles plus directes et plus vraies. Ainsi que votre sympathie ne s'endorme pas; qu'elle continue plutôt de s'alarmer. Chaque soir, mes Amis et moi, nous constatons des lacunes, des impossibilités devant lesquelles nous sommes impuissants; et chacun de vous a goûté cette amertume de n'avoir pu étancher quelques larmes faute d'un peu de temps, d'un peu d'argent, faute d'un renseignement, d'une adresse, d'une recommandation. Vous me répondrez: « Vendez vos publications plus cher, élevez vos cotisations. » Non, nous ne voulons pas; le public le plus intéressant, c'est celui-là même dont la bourse est maigre. D'autre part nous ne pouvons pas proportionner nos dépenses à nos recettes; quand, dans la soirée, on vient nous demander un secours, nous ne pouvons pas répondre: Le crédit du jour est épuisé; nous prenons sur la recette hypothétique du lendemain; nous vivons par empiétements continuels sur l'avenir, et nous croyons avoir raison deux fois: pratiquement et mystiquement. Pratiquement, car vivoter n'est pas vivre, c'est retarder de mourir, et qui ne s'accroît p |